Seus integrantes são: Dave Suich, Peter Brooke Turner, Hester Goodman, George Hinchliffe, Richie Williams, Kitty Lux, Will Grove-White and Jonty Bankes.
VEJAM OS VÍDEOS.
Nascido no subúrbio nos melhores dias
Com votos da família de vida feliz
Andar e pilotar um pássaro de açoS
onhava ao fim do dia ao me descer cansaço
Com as fardas mais bonitas desse meu país
O pai de anel no dedo e dedo na viola
Sorria e parecia mesmo ser feliz
Eh, vida boa
Quanto tempo faz
Que felicidade!
E que vontade de tocar viola de verdade
E de fazer canções como as que fez meu pai (Bis)
Num dia de tristeza me faltou o velho
E falta lhe confesso que ainda hoje faz
E me abracei na bola e pensei ser um dia
Um craque da pelota ao me tornar rapaz
Um dia chutei mal e machuquei o dedo
E sem ter mais o velho pra tirar o medo
Foi mais uma vontade que ficou pra trás
Eh, vida à toa
Vai no tempo vai
E eu sem ter maldade
Na inocência de criança de tão pouca idade
Troquei de mal com Deus por me levar meu pai (Bis)
Eh, vida à toa
Vai no tempo vai
E eu sem ter maldade
Na inocência de criança de tão pouca idade
Troquei de mal com Deus por me levar meu pai (Bis)
E assim crescendo eu fui me criando sozinho
Aprendendo na rua, na escola e no lar
Um dia eu me tornei o bambambã da esquina
Em toda brincadeira, em briga, em namorarA
té que um dia eu tive que largar o estudo
E trabalhar na rua sustentando tudo
Assim sem perceber eu era adulto já
Eh, vida voa
Vai no tempo, vai
Ai, mas que saudade
Mas eu sei que lá no céu o velho tem vaidade
E orgulho de seu filho ser igual seu pai
Pois me beijaram a boca e me tornei poeta
Mas tão habituado com o adverso
Eu temo se um dia me machuca o verso
E o meu medo maior é o espelho se quebrar (Bis)
Tu és, divina e graciosa
Estátua majestosa do Amor
Por Deus esculturada
E formada com ardor
Da alma da mais linda flor
De mais ativo olor
Que na vida é preferida pelo beija-flor
Se Deus me fora tão clemente
Aqui nesse ambiente de luz
Formada numa tela deslumbrante e bela
Teu coração junto ao meu lanceado
Pregado e crucificado sobre a rosea cruz
Do arpante peito seu
Tu és a forma ideal
Estátua magistral Oh! alma perenal
Do meu primeiro amor, Sublime amor
Tu és de Deus a soberana flor
Tu és de Deus a criação
Que em todo coração
Sepultas um amor
O riso, a fé, a dor
Em sândalos olentes cheios de sabor
Em vozes tão dolentes como um sonho em flor
És láctea estrela
És mãe da realeza
És tudo enfim que tem de belo
Em todo o resplendor da Santa Natureza
Perdão, se ouso confessar-te
Eu hei de sempre amar-te
Oh! flor meu peito não resiste
Oh! meu Deus o quanto é triste
A incerteza de um amor
Que mais me faz penar em esperar
Em conduzir-te um dia ao pé do altar
Jurar, aos pés do onipotente
Em preces comoventes de dor
E receber a unção de tua gratidão
Depois de remir meus desejos
Em nuvens de beijos
Hei de envolver-te até meu padecer
De todo fenecer
Em 1955, em Campina Grande, na Paraíba, um grupo de boêmios fazia serenata numa madrugada do mês de junho, quando chegou a polícia e apreendeu o violão.
Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da 2ª Vara desta Comarca:
O violão é próprio dos cantores,
Libere o violão, Dr. Juiz,
"Para que eu não carregue remorso no coração,
O Afeganistão foi invadido e ocupado pela União Soviética em 27 de dezembro de 1979, em que Hafizullah Amin é morto num ataque soviético ao pálacio do governo e é substituido por Brabak Karmal pró-russo. Nos anos seguintes as forças governamentais e os 118 000 soldados soviéticos tomam o controle das principais cidades e vias de comunicação, mas todas as operações militares realizadas revelam-se insuficientes para derrotar os rebeldes mujahidin nas montanhas.
Apesar da destruição maciça provocada na região, os sovieticos foram forçados a retirar-se dez anos mais tarde (a 15 de fevereiro de 1989) devido a um exército desmoralizado e falta de sustentação logística. As forças anti-comunistas dos mujahidin foram supridas e treinadas pelos Estados Unidos, Arábia Saudita, Paquistão, China e outros países da região. Lutas subseqüentes entre as várias facções do mujahadin, permitiram que os fundamentalistas dos Taliban pudessem se apropriar da maioria do país. Além da rivalidade civil continuada, o país sofre de enorme pobreza, de uma infraestrutura devastada, e da exaustão de recursos naturais.
Em 1989, quando os soviéticos saíram do país, o regime de Cabul escondeu as jóias em caixas-fortes do banco central, fechadas a sete chaves, que ficavam em posse de pessoas diferentes, seguindo uma rigorosa tradição afegã. Tanta segurança deu resultado quando os talibãs chegaram ao poder e tentaram, sem sucesso, ter acesso ao conteúdo das caixas, que resistiram, inclusive, ao poder da dinamite.
Depois da história que narra sua descoberta, o visitante pode penetrar nos vestígios deixados por alguns dos impérios mais poderosos da história, da
Mesopotâmia até a Índia, da China até a Grécia ou os povos das estepes asiáticas. Os tesouros expostos vêm dos sítios arqueológicos de Fullol, Aï-Khanoum, Tillia-Tepe e Begram, referenciais de diferentes épocas da história. Da época bactriana - terceiro milênio antes de Cristo - saem os restos de Fullol, no norte do país, alguns poucos recipientes de ouro
decorados com touros barbudos mesopotâmicos, serpentes e javalis característicos das estepes asiáticas e desenhos geométricos de inspiração indiana que provam que a região foi, já em época tão adiantada, uma babel de culturas. Depois, salta-se para o século IV a.C., com restos da jazida de Aï-Khanoum, na fronteira com o Tadjiquistão, onde a lenda diz que
Alexandre, o Grande, desposou Roxana. A influência helenística dos objetos evidenciam que os gregos estenderam seus tentáculos até essa região. Em 1978, quando os arqueólogos descobriram Tilia-Tepe, ao norte, não demoraram em batizá-lo como " montanha do ouro", tamanha a quantidade de peças do metal precioso em seis túmulos
encontrados em uma cidadela da idade de ferro, datada do século I a.C. As influências, de novo, são múltiplas, de uma moeda do imperador romano Tibério até desenhos chineses e indianos, passando pelos primeiros restos de decorações budistas na região.




addam Hussein, quando subiu ao poder no Iraque, trouxe o sonho de reconstruir a antiga cidade da Babilônia - Hussein disse que os palácios e os lendários jardins da Babilônia (uma das sete maravilhas do mundo antigo) surgiriam a partir do pó. 


Tal como o poderoso Rei Nabucodonozor II que conquistou Jerusalém 2500 anos atrás, Saddam Hussein buscava a suntuosidade e começou a reconstruir o mais imponente edifício da Babilônia, a sala do rei Nabucodonozor II. Arqueólogos ficaram horrorizados, mas foram incapazes de parar Saddam. Disseram que ao reconstruir em cima de artefatos antigos não se preservaria a história, mas iria desfigurá-la. 


Saddam Hussein mandou fazer mais de 60 milhões de tijolos inscritos com as palavras, “Época de Saddam Hussein, protetor do Iraque, que reconstruiu a civilização e reconstruiu a Babilônia”. Os novos tijolos começaram a quebrar após dez anos. 


O babilônico palácio de Saddam é uma monstruosa fortaleza cercada por palmeiras e jardins imensuráveis. O palácio de quatro andares estende por uma área tão grande como cinco campos de futebol. Foram várias centenas de milhares de metros quadrados de mármore, tornou-se a matéria prima na confecção de torres angulares, portões arqueados, abóbadas, escadas e banheiros. 


Sobre os tetos e paredes do palácio de Saddam, 360 murais de cenas da antiga Babilônia, Ur, e a Torre de Babel. Um enorme lustre pendurado a partir de um teto de madeira esculpida assemelha-se a uma palmeira. Nos banheiros, as canalizações e luminárias têm detalhes banhados em ouro. Quando as tropas americanas entraram abril de 2003, as janelas de vidro fumado haviam sido quebradas, o mobiliário removido, e detalhes arquitetônicos - interruptores de luz para torneiras - haviam sido arrancadas. Tornou-se então a morada dos militares da 7ª Divisão de Blindados do Exército britânico. 


House of Saddam, a nova série da BBC
É o mais recente projecto na área da ficção da BBC e tem tido ampla divulgação em todo o mundo. Chama-se House Of Saddam e é uma mini-série em quatro partes que conta a ascensão e queda de Saddam Hussein, o antigo presidente iraquiano deposto e executado na sequência da intervenção norte-americana na zona. Esta nova mini-série dá uma “nova perspectiva sobre o ditador, as suas relações e as suas acções” desde o momento em que se tornou presidente, em 1979. A mini-série, em forma de docudrama, é uma co-produção da BBC Television e da HBO Films e estreou esta semana no Reino-Unido, via BBC Two.
O argumento é de Alex Holmes e Stephen Butchard e a realização de Alex Holmes e Jim O’Hanlon. House of Saddam é protagonizada por Yigal Naor (Saddam Hussein), ao qual se juntam Shohreh Aghdashloo, Philip Arditti, Said Taghmaoui e Christine Stephen-Daly.
Acácia Amarela
Acacia xanthophloea [Científico] Njerenjere [Sena]
Descrição
As Acácias Amarelas são membros da família das Acácias e podem encontrar-se perto de fontes permanentes de água, tais como rios, pântanos e poças. Esta árvore decídua é facilmente reconhecível pela sua casca única de cor de amarela-esverdeada e apresenta uma textura poeirenta, suave e escamosa. Os elefantes são conhecidos por despirem estas árvores ao roçarem nelas com a sua parte traseira.

De Agosto a Novembro, nascem nas FTT botões de flores pequenos, amarelos e docemente perfumados. As suas vagens são de cor castanha clara, leves, hirtas e aos pares. A altura das árvores varia grandemente, dependendo do curso de água, mas normalmente medem entre 10 e 25 metros de altura. As raízes das Acácias Amarelas fixam nitrogénio no solo em baixo. A própria árvore enriquece o solo ao seu redor, cobrindo-o de folhas todos os anos. As Acácias Amarelas não proporcionam muita sombra, daí outras plantas poderem crescer em baixo delas. São umas das árvores favoritas dos pássaros para construírem os seus ninhos.
As FTT vão buscar o seu nome aos agricultores pioneiros vindos da Europa para África, os quais acreditavam que as Acácias Amarelas contribuíam para a febre associada à malária. No entanto, a sua única conexão com a malária está no facto dos mosquitos se reproduzirem na água (ou perto dela) das zonas pantanosas que perfazem o habitat das Acácias Amarelas.
A Acácia Amarela tem vindo a ser usada para vários fins medicinais. As suas folhas são usadas para fazer chá para tratar a tosse e a bronquite. As vagens são usadas para tratar a febre e problemas dos olhos. A sua madeira é muito útil pois é pesada e dura.
Como ver
A Acácia Amarela é muito comum ao longo de cursos de água e poças no Parque Nacional da Gorongosa. Quando fizer o percurso da rede de safari, avistá-las-á provavelmente ao aproximar-se de cursos de água. Nas estradas #4 e #11, verá que as FTT perfazem a maior parte da linha de árvores ao longo das planícies alagadas do Lago Urema.
Estatuto

África: ComumMoçambique: ComumGorongosa: Comum
Conservação
As Acácias Amarelas e outras espécies de floresta puderam instalar-se nas planícies alagadas do Parque porque preferem áreas humidas e porque há, na actualidade, muitos menos herbívoros no Parque do que antes da guerra. Se não houverem animais suficientes para comer a vegetação, estas espécies podem então sobreviver em áreas novas. O habitat de terras de pasto pode vir a transformar-se em floresta em virtude deste desequilíbrio do ecossistema. Tal teria implicações em termos de conservação para outras espécies que vivem do pasto de erva. Mas o número de herbívoros no Parque está agora a aumentar e tal deverá restaurar o equilíbrio das terras de pasto e florestas do Parque Nacional da Gorongosa.