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THE UKULELE ORCHESTRA OF GREAT BRITAIN

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 THE UKULELE ORCHESTRA OF GREAT BRITAIN


A Orquestra de Ukulele da Grã-Bretanha é um grupo de canto, todos os músicos utilizam o Ukulele. A banda acredita que todos os gêneros musicais estão disponíveis para a reinterpretação, enquanto eles são reproduzidos no ukulele.
Um concerto apresentado pela Orquestra de Ukulele é um engraçado, virtuoso e impressionante show. Usando o entretenimento puro, a orquestra brinca com rock-n-roll, músicas antigas, introduções de seriados como Shaft, clássicos como Ode the joy e macarrônico “The good, the bad and the ungly”. Virtuosos, os músicos em algumas melodias cantam em até seis vozes de uma vez cada um, uma música diferente sem perder o ritmo.

Nas apresentações, somente os Ukuleles e as vozes dos músicos. Não há bateria, pianos, banjos ou faixas de apoio, não há pitch shifters ou artifícios eletrônicos. Apenas uma revelação surpreendente da rica paleta de orquestração oferecidas pelos ukuleles e as vozes (e um pouco de assobiar). O público tem um bom tempo com a Orquestra de Ukulele. Indo de Tchaikovsky para o Nirvana através de Otis Redding e trilhas sonoras Spaghetti Western, a Orquestra nos leva a "uma turnê mundial com apenas bagagem de mão" e dá ao ouvinte "Uma experiência maravilhosa".
Usando instrumentos pequenos e grandes, nos registos altos e baixos, se tocar melodias intrincadas, melodias simples, ou acordes complexos, e sentando-se em formato de câmara grupo vestido com roupas de noite formal, a Orquestra usa as limitações do instrumento para criar uma liberdade musical como nenhum outro grupo. Tanto a beleza e o vazio das músicas populares e eruditas são destacados, o pomposo e o trivial, o movimento e o divertido. Às vezes uma música pode parecer tola em uma audiência, às vezes a música que normalmente é leva a sério demais, revela-se ser hilariante. Você nunca pode pensar sobre a música da mesma maneira uma vez que você tenha sido exposto Orquestra de Ukelele da Grã-Bretanha.

História
A Orquestra foi formada em 1985 como uma diversão entre amigos, mas o primeiro show foi com casa fechada, e eles vem realizando desde então. Em 1988, quando haviam lançado um LP, apareceram na TV BBC, gravaram uma sessão da BBC Radio 1. O elenco atual estão tocando juntos há mais de 20 anos, e a Orquestra tornou-se quase uma instituição nacional. A Orquestra deu milhares de concertos esgotados em todo o mundo, incluindo a Grã-Bretanha, Alemanha, Suécia, Finlândia, Polónia, França, Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia e Japão.
Nos últimos 25 anos, a Orquestra de Ukulele da Grã-Bretanha tem gerado centenas de imitadores, e agora você pode encontrar grupos Ukulele em quase todas as grandes cidades, de fato, a Orquestra frequentemente é responsabilizada pelo renascimento do Ukulele e a sua nova corrente que está varrendo o globo. A música da Orquestra Ukulele tem sido utilizada em filmes, peças de teatro e comerciais, enquanto clipes de shows ao vivo da Orquestra e aparições em tv estouram em sites como o You Tube. Colaboradores incluem Madness, David Arnold, O British Film Institute, The Ministry of Sound, Yusuf Islam (também conhecido como Cat Stevens) e os Kaiser Chiefs.
Seus integrantes são: Dave Suich, Peter Brooke Turner, Hester Goodman, George Hinchliffe, Richie Williams, Kitty Lux, Will Grove-White and Jonty Bankes.










VEJAM OS VÍDEOS.

Bispo de Limoeiro do Norte (CE), dom Manuel Edmilson da Cruz recusa comenda no Senado

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Cidadão

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Cidadão

Zé Ramalho
Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
Duas prá ir, duas prá voltar
Hoje depois dele pronto
Olho prá cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado"Tu tá aí admirado?
Ou tá querendo roubar?"
Meu domingo tá perdido
Vou prá casa entristecido
Dá vontade de beber
E prá aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio
Que eu ajudei a fazer...
*
Tá vendo aquele colégio moço
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento
Ajudei a rebocar
Minha filha inocente
Vem prá mim toda contente"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:"Criança de pé no chão.
Aqui não pode estudar"
Essa dor doeu mais forte
Por que é que eu deixei o norte
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava
Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer...
*
Tá vendo aquela igreja moço
Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo
Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também
Lá foi que valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse:"Rapaz deixe de tolice
Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asa
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"
*

Música - Espelho João Nogueira

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Nascido no subúrbio nos melhores dias

Com votos da família de vida feliz

Andar e pilotar um pássaro de açoS

onhava ao fim do dia ao me descer cansaço

Com as fardas mais bonitas desse meu país

O pai de anel no dedo e dedo na viola

Sorria e parecia mesmo ser feliz

Eh, vida boa

Quanto tempo faz

Que felicidade!

E que vontade de tocar viola de verdade

E de fazer canções como as que fez meu pai (Bis)

Num dia de tristeza me faltou o velho

E falta lhe confesso que ainda hoje faz

E me abracei na bola e pensei ser um dia

Um craque da pelota ao me tornar rapaz

Um dia chutei mal e machuquei o dedo

E sem ter mais o velho pra tirar o medo

Foi mais uma vontade que ficou pra trás

Eh, vida à toa

Vai no tempo vai

E eu sem ter maldade

Na inocência de criança de tão pouca idade

Troquei de mal com Deus por me levar meu pai (Bis)

Eh, vida à toa

Vai no tempo vai

E eu sem ter maldade

Na inocência de criança de tão pouca idade

Troquei de mal com Deus por me levar meu pai (Bis)

E assim crescendo eu fui me criando sozinho

Aprendendo na rua, na escola e no lar

Um dia eu me tornei o bambambã da esquina

Em toda brincadeira, em briga, em namorarA

té que um dia eu tive que largar o estudo

E trabalhar na rua sustentando tudo

Assim sem perceber eu era adulto já

Eh, vida voa

Vai no tempo, vai

Ai, mas que saudade

Mas eu sei que lá no céu o velho tem vaidade

E orgulho de seu filho ser igual seu pai

Pois me beijaram a boca e me tornei poeta

Mas tão habituado com o adverso

Eu temo se um dia me machuca o verso

E o meu medo maior é o espelho se quebrar (Bis)

Rosa - Pixinguinha/Otávio de Souza

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Tu és, divina e graciosa
Estátua majestosa do Amor
Por Deus esculturada
E formada com ardor

Da alma da mais linda flor
De mais ativo olor
Que na vida é preferida pelo beija-flor

Se Deus me fora tão clemente
Aqui nesse ambiente de luz
Formada numa tela deslumbrante e bela


Teu coração junto ao meu lanceado
Pregado e crucificado sobre a rosea cruz
Do arpante peito seu


Tu és a forma ideal
Estátua magistral Oh! alma perenal
Do meu primeiro amor, Sublime amor

Tu és de Deus a soberana flor
Tu és de Deus a criação
Que em todo coração
Sepultas um amor
O riso, a fé, a dor
Em sândalos olentes cheios de sabor
Em vozes tão dolentes como um sonho em flor
És láctea estrela
És mãe da realeza
És tudo enfim que tem de belo
Em todo o resplendor da Santa Natureza


Perdão, se ouso confessar-te
Eu hei de sempre amar-te
Oh! flor meu peito não resiste
Oh! meu Deus o quanto é triste
A incerteza de um amor
Que mais me faz penar em esperar
Em conduzir-te um dia ao pé do altar


Jurar, aos pés do onipotente
Em preces comoventes de dor
E receber a unção de tua gratidão
Depois de remir meus desejos
Em nuvens de beijos
Hei de envolver-te até meu padecer
De todo fenecer


Habeas-Pinho

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Em 1955, em Campina Grande, na Paraíba, um grupo de boêmios fazia serenata numa madrugada do mês de junho, quando chegou a polícia e apreendeu o violão.
Decepcionado, o grupo recorreu aos serviços do advogado Ronaldo Cunha Lima,
então recentemente saído da Faculdade e que também apreciava uma boa seresta.
Ele peticionou em Juízo para que fosse liberado o violão.
Aquele pedido ficou conhecido como "Habeas-Pinho" e enfeita as paredes de escritórios de muitos advogados e bares de praias no Nordeste. Mais tarde, Ronaldo Cunha Lima foi eleito Deputado Estadual, Prefeito de Campina Grande, Senador da República, Governador do Estado e Deputado Federal.

Eis a famosa petição:


HABEAS-PINHO

Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da 2ª Vara desta Comarca:

O instrumento do crime que se arrola
Neste processo de contravenção
Não é faca, revólver nem pistola,
É simplesmente, doutor, um violão.

Um violão, doutor, que na verdade,
Não matou nem feriu um cidadão,
Feriu, sim, a sensibilidade
De quem o ouviu vibrar na solidão.

O violão é sempre uma ternura,
Instrumento de amor e de saudade,
Ao crime ele nunca se mistura,
Inexiste entre eles afinidade.

O violão é próprio dos cantores,
Dos menestréis de alma enternecida
Que cantam as mágoas e que povoam a vida
Sufocando suas próprias dores.

O violão é música e é canção,
É sentimento de vida e alegria,
É pureza e néctar que extasia,
É adorno espiritual do coração.

Seu viver, como o nosso, é transitório,
Porém seu destino se perpetua,
Ele nasceu para cantar na rua
E não para ser arquivo de Cartório.

Mande soltá-lo pelo Amor da noite,
Que se sente vazia em suas horas,
Para que volte a sentir o terno açoite
De suas cordas leves e sonoras.
Libere o violão, Dr. Juiz,
Em nome da Justiça e do Direito,
É crime, porventura, o infeliz
cantar as mágoas que lhe enchem o peito?

Será crime, e, afinal, será pecado,
Será delito de tão vis horrores,
perambular na rua um desgraçado derramando ali as suas dores?

É o apelo que aqui lhe dirigimos,
Na certeza do seu acolhimento,
Juntando esta petição aos autos nós pedimos
e pedimos também DEFERIMENTO.

Ronaldo Cunha Lima, advogado.
O juiz Arthur Moura, sem perder o ponto, deu a sentença no mesmo tom:

"Para que eu não carregue remorso no coração,
Determino que seja entregue ao seu dono,
Desde logo, O malfadado violão! “

Recebo a Petição escrita em verso
E, despachando-a sem autuação,
Verbero o ato vil, rude e perverso,
Que prende, no cartório, um violão.

Emudecer a prima e o bordão,
Nos confins de um arquivo em sombra imerso
È desumana e vil destruição
De tudo, que há de belo no universo.

Que seja Sol, ainda que a desoras,
E volte à rua, em vida transviada
Num esbanjar de lágrimas sonoras.

Se grato for, acaso ao que lhe fiz,
Noite de lua, plena madrugada,
Venha tocar à porta do Juiz.


Música: Abismo de Rosas de Dilermando Reis




Violonista e compositor, foi um dos instrumentistas mais célebres de sua época, tendo sido professor do presidente Juscelino Kubitschek. Começou a carreira nos anos 30, quando mudou-se de Guaratinguetá para o Rio de Janeiro e passou a dar aulas de violão nas tradicionais lojas de música da cidade. Foi levado por um conhecido para a Rádio Clube do Brasil e depois transferiu-se para a Rádio Nacional, onde permaneceu até 1969. Gravou diversos discos de sucesso, incluindo faixas como o bolero "Penumbra", a valsa "Alma Nortista" e "Calanguinho". Excursionou pelo exterior e teve muitos discípulos.

Os Tesouros Salvos no Afeganistão

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O Afeganistão foi invadido e ocupado pela União Soviética em 27 de dezembro de 1979, em que Hafizullah Amin é morto num ataque soviético ao pálacio do governo e é substituido por Brabak Karmal pró-russo. Nos anos seguintes as forças governamentais e os 118 000 soldados soviéticos tomam o controle das principais cidades e vias de comunicação, mas todas as operações militares realizadas revelam-se insuficientes para derrotar os rebeldes mujahidin nas montanhas.
Apesar da destruição maciça provocada na região, os sovieticos foram forçados a retirar-se dez anos mais tarde (a 15 de fevereiro de 1989) devido a um exército desmoralizado e falta de sustentação logística. As forças anti-comunistas dos mujahidin foram supridas e treinadas pelos Estados Unidos, Arábia Saudita, Paquistão, China e outros países da região. Lutas subseqüentes entre as várias facções do mujahadin, permitiram que os fundamentalistas dos Taliban pudessem se apropriar da maioria do país. Além da rivalidade civil continuada, o país sofre de enorme pobreza, de uma infraestrutura devastada, e da exaustão de recursos naturais.

Em 1989, quando os soviéticos saíram do país, o regime de Cabul escondeu as jóias em caixas-fortes do banco central, fechadas a sete chaves, que ficavam em posse de pessoas diferentes, seguindo uma rigorosa tradição afegã. Tanta segurança deu resultado quando os talibãs chegaram ao poder e tentaram, sem sucesso, ter acesso ao conteúdo das caixas, que resistiram, inclusive, ao poder da dinamite.

Depois da história que narra sua descoberta, o visitante pode penetrar nos vestígios deixados por alguns dos impérios mais poderosos da história, da

Mesopotâmia até a Índia, da China até a Grécia ou os povos das estepes asiáticas. Os tesouros expostos vêm dos sítios arqueológicos de Fullol, Aï-Khanoum, Tillia-Tepe e Begram, referenciais de diferentes épocas da história. Da época bactriana - terceiro milênio antes de Cristo - saem os restos de Fullol, no norte do país, alguns poucos recipientes de ouro

decorados com touros barbudos mesopotâmicos, serpentes e javalis característicos das estepes asiáticas e desenhos geométricos de inspiração indiana que provam que a região foi, já em época tão adiantada, uma babel de culturas. Depois, salta-se para o século IV a.C., com restos da jazida de Aï-Khanoum, na fronteira com o Tadjiquistão, onde a lenda diz que Alexandre, o Grande, desposou Roxana. A influência helenística dos objetos evidenciam que os gregos estenderam seus tentáculos até essa região. Em 1978, quando os arqueólogos descobriram Tilia-Tepe, ao norte, não demoraram em batizá-lo como " montanha do ouro", tamanha a quantidade de peças do metal precioso em seis túmulos encontrados em uma cidadela da idade de ferro, datada do século I a.C. As influências, de novo, são múltiplas, de uma moeda do imperador romano Tibério até desenhos chineses e indianos, passando pelos primeiros restos de decorações budistas na região.





Saddam Husseim e sua loucura

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addam Hussein, quando subiu ao poder no Iraque, trouxe o sonho de reconstruir a antiga cidade da Babilônia - Hussein disse que os palácios e os lendários jardins da Babilônia (uma das sete maravilhas do mundo antigo) surgiriam a partir do pó.
Tal como o poderoso Rei Nabucodonozor II que conquistou Jerusalém 2500 anos atrás, Saddam Hussein buscava a suntuosidade e começou a reconstruir o mais imponente edifício da Babilônia, a sala do rei Nabucodonozor II. Arqueólogos ficaram horrorizados, mas foram incapazes de parar Saddam. Disseram que ao reconstruir em cima de artefatos antigos não se preservaria a história, mas iria desfigurá-la.
Saddam Hussein mandou fazer mais de 60 milhões de tijolos inscritos com as palavras, “Época de Saddam Hussein, protetor do Iraque, que reconstruiu a civilização e reconstruiu a Babilônia”. Os novos tijolos começaram a quebrar após dez anos.
O babilônico palácio de Saddam é uma monstruosa fortaleza cercada por palmeiras e jardins imensuráveis. O palácio de quatro andares estende por uma área tão grande como cinco campos de futebol. Foram várias centenas de milhares de metros quadrados de mármore, tornou-se a matéria prima na confecção de torres angulares, portões arqueados, abóbadas, escadas e banheiros.
Sobre os tetos e paredes do palácio de Saddam, 360 murais de cenas da antiga Babilônia, Ur, e a Torre de Babel. Um enorme lustre pendurado a partir de um teto de madeira esculpida assemelha-se a uma palmeira. Nos banheiros, as canalizações e luminárias têm detalhes banhados em ouro. Quando as tropas americanas entraram abril de 2003, as janelas de vidro fumado haviam sido quebradas, o mobiliário removido, e detalhes arquitetônicos - interruptores de luz para torneiras - haviam sido arrancadas. Tornou-se então a morada dos militares da 7ª Divisão de Blindados do Exército britânico.



House of Saddam, a nova série da BBC

É o mais recente projecto na área da ficção da BBC e tem tido ampla divulgação em todo o mundo. Chama-se House Of Saddam e é uma mini-série em quatro partes que conta a ascensão e queda de Saddam Hussein, o antigo presidente iraquiano deposto e executado na sequência da intervenção norte-americana na zona. Esta nova mini-série dá uma “nova perspectiva sobre o ditador, as suas relações e as suas acções” desde o momento em que se tornou presidente, em 1979. A mini-série, em forma de docudrama, é uma co-produção da BBC Television e da HBO Films e estreou esta semana no Reino-Unido, via BBC Two.
O argumento é de Alex Holmes e Stephen Butchard e a realização de Alex Holmes e Jim O’Hanlon. House of Saddam é protagonizada por Yigal Naor (Saddam Hussein), ao qual se juntam Shohreh Aghdashloo, Philip Arditti, Said Taghmaoui e Christine Stephen-Daly.


Acácia Amarela - Ir.'. Luiz Gonzaga

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Acácia Amarela
Acacia xanthophloea [Científico] Njerenjere [Sena]


Descrição
As Acácias Amarelas são membros da família das Acácias e podem encontrar-se perto de fontes permanentes de água, tais como rios, pântanos e poças. Esta árvore decídua é facilmente reconhecível pela sua casca única de cor de amarela-esverdeada e apresenta uma textura poeirenta, suave e escamosa. Os elefantes são conhecidos por despirem estas árvores ao roçarem nelas com a sua parte traseira.



De Agosto a Novembro, nascem nas FTT botões de flores pequenos, amarelos e docemente perfumados. As suas vagens são de cor castanha clara, leves, hirtas e aos pares. A altura das árvores varia grandemente, dependendo do curso de água, mas normalmente medem entre 10 e 25 metros de altura. As raízes das Acácias Amarelas fixam nitrogénio no solo em baixo. A própria árvore enriquece o solo ao seu redor, cobrindo-o de folhas todos os anos. As Acácias Amarelas não proporcionam muita sombra, daí outras plantas poderem crescer em baixo delas. São umas das árvores favoritas dos pássaros para construírem os seus ninhos.
As FTT vão buscar o seu nome aos agricultores pioneiros vindos da Europa para África, os quais acreditavam que as Acácias Amarelas contribuíam para a febre associada à malária. No entanto, a sua única conexão com a malária está no facto dos mosquitos se reproduzirem na água (ou perto dela) das zonas pantanosas que perfazem o habitat das Acácias Amarelas.
A Acácia Amarela tem vindo a ser usada para vários fins medicinais. As suas folhas são usadas para fazer chá para tratar a tosse e a bronquite. As vagens são usadas para tratar a febre e problemas dos olhos. A sua madeira é muito útil pois é pesada e dura.
Como ver
A Acácia Amarela é muito comum ao longo de cursos de água e poças no Parque Nacional da Gorongosa. Quando fizer o percurso da rede de safari, avistá-las-á provavelmente ao aproximar-se de cursos de água. Nas estradas #4 e #11, verá que as FTT perfazem a maior parte da linha de árvores ao longo das planícies alagadas do Lago Urema.
Estatuto




África: ComumMoçambique: ComumGorongosa: Comum
Conservação
As Acácias Amarelas e outras espécies de floresta puderam instalar-se nas planícies alagadas do Parque porque preferem áreas humidas e porque há, na actualidade, muitos menos herbívoros no Parque do que antes da guerra. Se não houverem animais suficientes para comer a vegetação, estas espécies podem então sobreviver em áreas novas. O habitat de terras de pasto pode vir a transformar-se em floresta em virtude deste desequilíbrio do ecossistema. Tal teria implicações em termos de conservação para outras espécies que vivem do pasto de erva. Mas o número de herbívoros no Parque está agora a aumentar e tal deverá restaurar o equilíbrio das terras de pasto e florestas do Parque Nacional da Gorongosa.